O inverno portenho não chega de uma vez. Ele se anuncia primeiro na janela — aquele vapor que aparece no meio da tarde nos vidros de Belgrano, esse bairro residencial elegante no norte de Buenos Aires, com vibe de Jardins paulistano — e depois na mesa: o café com leite fica mais tempo entre as mãos, o pão se pede torrado, as colheres substituem os garfos.
O cardápio se reorganiza sozinho. Há pratos que chegam mais por necessidade do que por moda, porque quando faz frio de verdade — e em Buenos Aires faz, daquele frio que o brasileiro só sente quando vai para Gramado ou Bariloche — o que o corpo pede é calor sustentado: caldo, amido, especiaria, gordura nobre.
No SĀNTAL montamos esta semana quatro pratos pensados exatamente para isso. Não é coincidência que todos venham em bowl, nem que três deles tragam pão de fermentação natural ao lado. A colher e o pão são a língua do inverno — a mais antiga de todas, a que se repete em todas as cozinhas do mundo quando começa a baixar a temperatura. De Belgrano a Chacarita, de Colegiales a Palma, servimos os mesmos quatro abraços. O brasileiro que está visitando Buenos Aires no frio entende rápido: aqui, prato quente não é detalhe, é regra.
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